Blog abandonado?

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11 julho, 2007

Apalpão

Kate Moss tem um belo par de palitos, carinhosamente ofertados pelo seu mais que tudo. A causa uma modelo sul-africana. Pegando na temática, a questão impõe-se e as respostas urgem.

«Como está o seu saldo em termos de apalpões nos transportes públicos?»

Quim da Pá, Coveiro, Berlengas - «A mim não, aqui ninguém me apalpa, fazem-se todos de mortos. Até parece que eu sou feio, trabalho o rabo todos os dias no ginásio e nada, nem um beliscão.»

Aurélia Encarnação, esteticista, Alcântara - «Eu uso sempre o 56, apanho ali no Campo Pequeno, porque senão tenho de apanhar na Praça de Espanha. E na Praça de Espanha não gosto de apanhar, há sempre muitas pessoas a olharem e lugares nem um. A última pessoa que me apalpou foi o enfermeiro quando tive de levar injecções de penicilina. De resto, tudo tranquilo.»

Mariolinda Teles, desempregada, Loulé - «Ai de alguém que se atreva! Fez ontem quinze dias, um gaiato armado em esperto a bater-me com uma coisa nas costas o caminho todo. Depois vi que era o telemóvel. Mamou logo umas reguadas nas mãos, para não se armar em parvo. Que é isto? Quer fazer, faz bem feito. Amadores!»


Constantino Instável, tarólogo, Barreiro - «Graças a Deus, e à carta quinze do Tarot, todos os dias sou apalpado Ontem até pensei que era uma gaja boa que me estava a apalpar, porque senti uma unha atrevida, afinal era só um senhor que tinha a unha do dedo mindinho muito desenvolta. Foi por acidente não levei a mal.»

Amadeu Amável, fotografo, Évora - «Já me tem acontecido. Aliás quando há assim aquelas feiras e mercados regionais sou sempre muito apalpado, felizmente. Na ultima feira a que fui, saí do recinto acompanhado por nove camponeses. Uns apalpões e uns amassos que foi uma coisa doida, mas no fim de contas era só para me roubarem a carteira. Foram apalpões sem sentimento. Fiquei muito triste, e agora estou a tomar cinco anti-depressivos por dia. Quero daqui lançar um apelo, não se brinca com os sentimentos nem com o rabo das pessoas. Nós sofremos muito!»

Diogo Antunes, apalpador nas horas vagas, Loulé - «Eu bem que apalpava qualquer coisa, partiram-me as mãos com tanta reguada. Agora só recebo apalpões. Umas vezes dá-se outras recebe-se.»

José Palácio Desencardido, faz qualquer coisa não se sabe bem o quê, terra do paios (NY) - «Eu trabalho esta bunda linda que Deus me deu, todos os dias no ginásio e nada. Que se passa aqui? Não sou lindo e maravilhoso? Tenho alguma moléstia? Nem um sussurro ao ouvido… nada.»


É um assunto delicado. E vocês? Têm sido apalpados?

8 comentários:

KNOPPIX disse...

Já não ando de transportes públicos faz tempo, mas lembro-me quando andava, que havia muitos "Diogos Antunes" a chatearem as mulheres eheheheh
Gostei do Blog e das entrevistas, grande imaginação :)))))

Tre(e)tas disse...

Eles andem aí...

Francis disse...

eu tenho pena é do cromo de alcantara que tem que ir á praça de espanha apanhar o auto carro...e nem é apalpado nem nada...

Tre(e)tas disse...

Só tem de percorrer a Avenida de Ceuta a pé, podia ser pior.

Sandra. disse...

:))

Fizeste me lembrar uma colega q me contou uma vez q ía no tócarro e um gajo toca a roçar se nela ó de leve e ela como era uma gaja sem pápas na lingua diz lhe: - ólha lá ó meu caraiho vê se te vens depressa q saio na próxima. ihihihihi

xinhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuus pa tu da lua

Tre(e)tas disse...

Presumo que não tinha papas nem mais nada...

Sandra. disse...

;))

naum entremos in premenores insignificantes né??

cof cof cof

xinhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuus pa tu da lua

nb - meia bolta tenho uma tosse terrivel...

Tre(e)tas disse...

Deixemos essas pequenas coisa de lado. Somos pessoas civilizadas. Cuidado com a tosse...